rafaborges on Nostr: Vi hoje a live do Jayson Rosa do Casando o Verbo, ele atacando o #Bitcoin por crer ...
Vi hoje a live do Jayson Rosa do Casando o Verbo, ele atacando o #Bitcoin por crer que é intangível, não material (unicamente conceitual e falsamente real) e sem lastro, no caso, velhos mitos a respeito do BTC, isso pois o mesmo tem como tese a ideia de que a resistência real partirá do abandono do uso da tecnologia, portanto, implica com a adesão ao bitcoin como um erro feito por veículo tecnomágico problemático, a tecnologia no geral --> tela de obsidiana constituídas de metais transformados e material natural distorcido, processos semelhantes à lógica alquímica. Um equívoco, assim ele pensa por não compreender os ciclos da história.
Em realidade, a real forma de resistência não é a tal como dos amishes, que são falsamente considerados sujeitos resistentes ao sistema, outro erro, a prova foi que cederam, tiveram que ir votar (contribuir diretamente com um sistema que alimenta o tecno, no caso, para eles profano, qual combatem) para protegerem-se. Não adianta viver na roçapill se não dispor de recursos tecnológicos >independentes< para competir com as produções do sistema, não adianta acreditar no ouro pois é confiscável e rastreável, e não adianta dizer "não há o que fazer, a solução é Cristo somente" como um fatalismo quando existem recursos para o sujeito usar e contribuir com o atraso do avanço do sistema, retendo chances, então, de salvar mais almas, isso é algo incompreendido pelos críticos do Bitcoin, e também críticos do #Nostr.
O modelo ideal de sobrevivência externa ao sistema contido global-estrutural não é o semi-anarcoprimitivismo de roçapill, pois o Estado possui hoje poder o suficiente para esmagar qualquer gato pingado que se aventure nessa tentativa, o mesmo quanto aos que idealizam novas Canudos e novos Caldeirões de Santa Cruz do Deserto. O modelo ideal é o tecnonomadismo agrágrio de macromobilidade, ou, a depender do local, como em zonas de produtividade escassa, modelo de tecnomicromobilidade, não abdicando do tecnológico, adequando o tecnológico de forma marginal e com sociedade enxuta, em comunidade, com suas categorias: mecânico, engenheiro, desenvolvedor, metalúrgicos, etc e etc + trabalho agrário e pecuário para outra parte da comunidade.
Bitcoin não acabará, pois os bandidos da economia negra, que possui acordos com os Estados nacionais e com as elites, precisarão do BTC para fazer acordos, uma vez que a CBDC será rastreável e controlada. O que ocorrerá é a dificultação do acesso ao BTC através do rastreamento do CBDC, ocorre que chegará o dia que quem tem BTC não irá querer vender seus satoshis por CBDC, terás que vender aquilo que produzir: arte, ferramentas, animais (vacas, porcos, bois, cavalos, burros, galinhas, etc e etc), hortaliças, ou seja, o acesso à economia cinza e negra será por via do escambo. Dirão os críticos "ora, se eu posso usar do escambo como alternativa ao CBDC, para quê precisarei do BTC?", ignorando que esses bens são confiscáveis, o BTC não.
O sujeito que ter BTC, na era da renda básica, irá usar a renda básica universal para não escancarar ao Estado que possui BTC, não terá motivos para receber mais CBDC, e a despeito da restrição sobre a internet por condição de identificação e bioidentificação (ID virtual por biometria, código, chave ou reconhecimento facial) isso servirá somente para os preguiçosos, pois existem formas marginais para burlar essas possíveis medidas. Dirão os críticos "ora, poderão burlar as solicitações de ID da internet, mas não as espionagem do sistema operacional", basta trocar para um que seja de código aberto e que permita ao usuário alterações, como o Linux ou mesmo o Tails.
Só há um motivo para alguem que tem conhecimento da natureza satânica do Legacy querer ir contra o BTC, e também contra o Nostr, e esse motivo é o discurso antitecnológico desse meio do "wake up". A tecnologia é irreversível, quem querer não a dominar será dominado por quem a domina, não existe isso de se isolar num sítio e viver de subsistência, o Estado vai atrás de você para te escravizar queira o não, tomará tudo que é seu e te cobrará os impostos por ter em mãos animais e terra produtiva. O BTC está aí para possibilitar fuga, não para ser dinheiro comumente usado tal como o dinheiro de moeda fiat que vemos.
Dizem estes, ainda, "ora, são bits numa tela", é, na prática, energia elétrica transformada, é natureza transformada, todo mundo pode possuir uma própria usina pessoal num sítio, ou mesmo numa casa por via de energia solar, energia todos podem ter, mas energia transformada não, são apenas 21 milhões, e todo dia são centenas de desculpas para haver defesa no modelo "anarcoprimitivista" de sociedade baseada em antitecnologia, desde o conto do computador quântico, até o do BTC ser "criação da CIA" e do "os Estados vão fazer ser impossível ter BTC", quando os Estados mesmo precisam de garantia de poder da bandidagem aliada à ele próprio. Ou seja, tudo é cope para defender o modelo "amish" de resistência, que possui dias contados, já foi provado na história que esse modelo "amish" é facilmente freiado quando o Estado parte pra violência bruta.
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O modelo ideal é o tecnonomadismo agrágrio de macromobilidade, ou, a depender do local, como em zonas de produtividade escassa, modelo de tecnomicromobilidade, não abdicando do tecnológico, adequando o tecnológico de forma marginal e com sociedade enxuta, em comunidade, com suas categorias: mecânico, engenheiro, desenvolvedor, metalúrgicos, etc e etc + trabalho agrário e pecuário para outra parte da comunidade.\n\nBitcoin não acabará, pois os bandidos da economia negra, que possui acordos com os Estados nacionais e com as elites, precisarão do BTC para fazer acordos, uma vez que a CBDC será rastreável e controlada. O que ocorrerá é a dificultação do acesso ao BTC através do rastreamento do CBDC, ocorre que chegará o dia que quem tem BTC não irá querer vender seus satoshis por CBDC, terás que vender aquilo que produzir: arte, ferramentas, animais (vacas, porcos, bois, cavalos, burros, galinhas, etc e etc), hortaliças, ou seja, o acesso à economia cinza e negra será por via do escambo. Dirão os críticos \"ora, se eu posso usar do escambo como alternativa ao CBDC, para quê precisarei do BTC?\", ignorando que esses bens são confiscáveis, o BTC não.\n\nO sujeito que ter BTC, na era da renda básica, irá usar a renda básica universal para não escancarar ao Estado que possui BTC, não terá motivos para receber mais CBDC, e a despeito da restrição sobre a internet por condição de identificação e bioidentificação (ID virtual por biometria, código, chave ou reconhecimento facial) isso servirá somente para os preguiçosos, pois existem formas marginais para burlar essas possíveis medidas. Dirão os críticos \"ora, poderão burlar as solicitações de ID da internet, mas não as espionagem do sistema operacional\", basta trocar para um que seja de código aberto e que permita ao usuário alterações, como o Linux ou mesmo o Tails.\n\nSó há um motivo para alguem que tem conhecimento da natureza satânica do Legacy querer ir contra o BTC, e também contra o Nostr, e esse motivo é o discurso antitecnológico desse meio do \"wake up\". A tecnologia é irreversível, quem querer não a dominar será dominado por quem a domina, não existe isso de se isolar num sítio e viver de subsistência, o Estado vai atrás de você para te escravizar queira o não, tomará tudo que é seu e te cobrará os impostos por ter em mãos animais e terra produtiva. 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