Utilizam a imprensa alinhada ao partido, como o New York Times e The Atlantic, para divulgar as acusações.
Não é difícil perceber quem representa o fascismo nessas eleições: o próprio Partido Democrata.
Senão, vejamos: quem instrumentalizou a imprensa para funcionar como órgão de propaganda do partido?
Quem defende protestos violentos de grupos radicais como ferramenta aceitável de luta política?
Quem tem uma agenda de concentração de poder no Estado, com mais impostos, mais intervenção econômica, mais regulação e centralização das decisões no governo central, seguindo a lógica do "tudo no Estado, nada fora do Estado"?
Quem tem utilizado a máquina estatal para censurar, perseguir e condenar adversários políticos?
Quem está acabando com a Primeira Emenda e a Segunda Emenda, que garantem, respectivamente, a liberdade de expressão e o direito de portar armas?
Quem aparelhou o Estado, retirando o poder dos representantes eleitos pelo povo e colocando as decisões nas mãos de burocratas não eleitos?
Quem enganou o público americano sobre o estado de saúde do presidente, tentando agora empurrar para a Casa Branca uma nulidade que sequer recebeu um único voto nas primárias?
Não só para a esquerda americana, mas para a esquerda global, o termo "democracia" passou a designar o poder hegemônico e totalitário dos socialistas, enquanto o termo "fascista" é utilizado para difamar e perseguir qualquer opositor.
O único lado positivo de tudo isso é que está cada vez mais difícil para a esquerda e para a militância da redação convencer o público.

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